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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Pela MUDANÇA em Juquitiba!!!

1º Encontro de Jovens e Estudantes da UME de Juquiitiba
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Ontem dia 16 de abril de 2009, ocorreu na Cidade de Juquitiba em São Paulo o 1º Encontro de Jovens e Estudantes Organizado pela União Municipal dos Estudantes (UME).
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Estavam Presentes mais de 100 estudantes de diversas Escolas e Grêmios Estudantis, estava Presente também a Diretoria da UME - Juquitiba, o Diretor de PPJ's da UBES, Marcello Barbosa além de autoridades Locais como a Prefeita da Cidade, Cida Maschio e a Secretária Municipal de Assistência Social Simone. O tema das Discussões foi a Importância das Políticas Públicas de Juventude e como o Movimento Estudantil contribui para essa construção. Foram Tiradas Várias resoluções onde a UME - Juquitiba encaminhará para a Prefeitura local, como por exemplo a Reforma da Pista de Skate da Cidade e a criação da Coordenadoria Municipal de Juventude.
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"A Cidade de Juquitiba, tem uma crescente população jovem por isso precisa começar a construir o debate das PPJs desde já" Enfatiza Eduardo Silva, Presidente da UME - Juquitiba.
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Ao Final do Encontro houve uma grande passeata pelas ruas da Cidade em protesto contra o aumento das passagens de ônibus, onde os estudantes Fecharam as ruas e pararam diversos ônibus que passavam por ali.
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"Hoje em cada canto do Estado de São Paulo, os estudantes têm sede de organização, para combater o Projeto Neo Liberal do Estado de São Paulo", Afirma Marcello Barbosa Diretor de PPJ da UBES, que esteve Presente no ato.
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*****Nota do Blog: Luta Protagonizada Pelos Militantes do Movimento Mudança da Cidade de Juquitiba, Militantes de Luta e com muita garra que não desistem de seus ideais e Objetivos!!!

Estudantes Ocuparam as Ruas da Capital Paulista Neste Ultimo 15 de Abril

Estudantes Ocuparam as Ruas da Capital Paulista Pelo Fim do Vestibular

Além de pedir o fim do vestibular, o ato reivindicou mais investimentos em educação e a necessidade da reformulação do Ensino Médio e da maior assistência ao estudante por parte do governo.

Cerca de 5 mil estudantes ocuparam as ruas da capital paulista na manhã desta quarta-feira (15) em uma manifestação para reivindicar o fim do vestibular. Segundo a UNE e a UBES, o novo modelo de vestibular proposto pelo Ministério da Educação (MEC) não basta para "democratizar o acesso à universidade".

Concentrados no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, estudantes caminharam em passeata até a Secretaria Estadual da Educação. "É preciso uma discussão ampla com a sociedade, principalmente com a comunidade acadêmica. Não pode ser colocada como uma proposta unilateral isolada. O vestibular é apenas um dos pontos para a universalizaçã o do ensino", declarou a presidente da UNE, Lúcia Stumpf.

Já em frente ao prédio da secretaria no fim da manhã, os estudantes foram recebidos por assessores e deixaram um manifesto chamado "Sou mais educação".
A manifestação chamou a atenção para a substituição da tradicional prova pelo "Enem seriado", em que o exame seria adotado ao final de cada um dos três anos do ensino médio.

Além de pedir o fim do vestibular, o ato reivindicou mais investimentos em educação e a necessidade da reformulação do Ensino Médio e da maior assistência ao estudante por parte do governo. As entidades estudantis afirmam que, para democratizar o acesso à universidade, o estado deve proporcionar as condições básicas - como moradia, alimentação e transporte - ao estudante de baixa renda para que ele possa estudar em instituições de outros estados.

Além disso, a UNE e UBES deixaram claro que não concordam com a utilização da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para selecionar alunos para o ingresso às universidades. Segundo eles, o exame é insuficiente para avaliar o aluno e mantém o sistema de prova única, rejeitado pelas entidades. "Seria como trocar seis por meia dúzia. O melhor é aplicar o Enem de maneira seriada, ou seja, no final de cada ano do Ensino Médio", diz Ismael Cardoso, presidente da UBES.

Proposta Tímida
A mudança no Enem está entre os assuntos discutidos no protesto. Ismael Cardoso e Lúcia Stumpf, presidentes da UBES e UNE, respectivamente, classificam a proposta do Ministério da Educação como "tímida" e "limitada". Segundo eles, que defendem o "Enem seriado", não basta substituir o vestibular tradicional pelo novo Enem.

"A ideia é pegar o filme do estudante e não a foto. A melhoria do vestibular tem que estar casada com a melhoria do ensino médio", diz Ismael Cardoso. De acordo com ele, a aplicação do exame de modo seriado também ajudaria a aprimorar o ensino médio. Lúcia Stumpf também pede aumento da verba do MEC à assistência estudantil, uma vez que se acredita que a unificação do vestibular das federais provoque maior mobilidade estudantil no país.

*****FONTE da INFORMAÇÃO: http://www.estudantenet.com.br/
Comentário Mudancista
Hoje São Paulo Serve de Laborátório Liberal (Não Existe Neo-Liberalismo, o Que existe é o mesmo Liberalismo do seculo XIX, assassino e cruel), onde nasce e se proliferam anomalias políticas, monstros Sangue-Sugas Como FHC, José Serra, Alckimin e agora o mais Novo Secretário Estadual de Educação: Paulo Renato.
E Infelizmente o Atual Governador Não dorme mais a Noite... Como Já Foi Divulgado, José Serra sofre de grave insônia, e como um Vampiro sedento de sangue (No caso dele de Poder) Fica acordado durante a Noite enquanto todo o Estado Dorme, delirando com sua fantasia de chegar ao Planalto, custe o Que custar.
Enfim, Cabe a cada Militante do Movimento Estudantil e de Esquerda, usar de todas as Maneiras para atrapalhar este Projeto Liberal de Poder Que Esta sendo concretizado no Palácio dos Bandeirantes em São Paulo.
Só a Luta Pode Mudar Isso!
Ou A Gente Muda Tudo Isso, ou Tudo isso Vai Mudar a Gente

*****Comentário de Marcello Barbosa, Diretor de Políticas Públicas de Juventude da UBES e Ex Tesoureiro Geral da UPES - SP.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Em São Paulo, Estudantes Vão às Ruas Pelo Fim do Vestibular

Em São Paulo, Estudantes Vão às Ruas Pelo Fim do Vestibular

Além do fim do vestibular e de mais verba para a assistência estudantil, os estudantes alertam para a posse do ex-ministro Paulo Renato como secretário estadual de Educação
A UNE e a UBES vão às ruas no próximo dia 15 de abril, em São Paulo, para reivindicar o fim do vestibular. O ato, que faz parte das manifestações Abril para a Educação, terá concentração a partir das 9h, no vão do Museu de Arte de São Paulo – Masp: Avenida Paulista, 1578.

Segundo as entidades, para democratizar o acesso à universidade não basta unificar os vestibulares se apoiando no atual modelo do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), como propõe o Ministério da Educação (MEC). É preciso mais investimento na Educação, que vise uma reformulação do Ensino Médio e políticas que contemplem a assistência estudantil.

Além de proporcionar mais oportunidades para o estudante que não tem condições de se inscrever em diversos vestibulares e em bancar os gastos com viagens para outros estados, é preciso garantir moradia, transporte e alimentação para esse mesmo estudante que deixa sua cidade para ingressar numa universidade em outro estado.

As entidades acreditam que por se tratar de um assunto de extrema relevância não pode estar atrelado à agenda eleitoral. "É preciso uma discussão ampla com a sociedade, principalmente com a comunidade acadêmica. Não pode ser colocada como uma proposta unilateral isolada. O vestibular é apenas um dos pontos para a universalização do ensino", declara Lúcia Stumpf, presidente da UNE.

Outro ponto reprovado é o uso do ENEM como prova base para a unificação. Além de ser insuficiente para avaliar será mantido o atual sistema de prova única. "Seria como trocar seis por meia dúzia. O melhor é aplicar o ENEM de maneira seriada, ou seja, no final de cada ano do Ensino Médio", diz Ismael Cardoso, presidente da UBES.

Dossiê Paulo Renato
Acontece no mesmo dia a posse oficial do ex-ministro da Educação Paulo Renato como novo secretário estadual de Educação do Estado de São Paulo. Os estudantes sairão do MASP, na Avenida Paulista, e seguirão até a sede da Secretaria Estadual de Educação, na Praça da República, onde entregarão a um representante da secretaria um dossiê sobre a gestão de Paulo Renato quando ministro da Educação durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Abril para a Educação:
15 de abril, concentração a partir das 9h, no vão do MASP - Avenida Paulista, 1578
Final previsto para o final da manhã, em frente à Secretaria Estadual de Educação, na Praça da República, centro

sexta-feira, 20 de março de 2009

Artigo: Grêmio Estudantil

Grêmio Estudantil

Lei Federal nº 7.398, de 04 de novembro de 1985
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. faço saber que o Congresso Nacional decreta e em sanciono a seguinte lei: Art. 1º Aos estudantes dos Estabelecimentos de Ensino de 1º e 2º graus fica assegurada a organização de Estudantes como entidades autônomas representativas dos interesses dos estudantes secundaristas com finalidades educacionais, culturais, cívicas esportivas e sociais.

JOSÉ SARNEY
Marco Maciel

‘‘A todos estudantes, diretores e professores. ‘’

Dentro de uma escola surgem, quase que naturalmente, diferentes grupos que se articulam informalmente em torno das mais variadas razões e motivos. A organização dos grêmios estudantis é um deles e favorece o relacionamento e a convivência entre os jovens. Por serem institucionalizados , podem representar melhor a rica experiência que é a busca coletiva dos anseios, desejos e aspirações dos estudantes.

O Grêmio deve ser resultado da vontade dos próprios alunos. São eles que devemreconhecer a sua importância e que devem definir o seu perfil. Os grêmios, organizados dessa forma, exercem papel importante na formação do aluno, devendo ter uma dimensão social, cultural e também política.Muitas vezes, os grêmios podem se tornar profundamente “incômodos”, como noperíodo da ditadura militar, em que foram colocados à margem da lei pela defesa dos princípios democráticos e acabaram perdendo muito do seu espaço.

Ou mesmo agora, quando muitas direções escolares agem contra a formação dos grêmios, seja por temerem a sua força reivindicatória, seja por não conseguirem compreender a sua importância.Mas esta é uma visão precipitada. O educador precisa ter consciência de que o aluno se expressa, muitas vezes, pela contestação.

O bom educador enriquece, e enxerga mais e melhor a realidade dos alunos.Queremos que o aluno tenha voz e vez. Para isso, nos espelhamos na preocupaçãoque o educador Paulo Freire teve ao tratar o aluno como agente e não como meropaciente. Queremos um aluno que seja que haja, que viva.Sempre gostei muito da participação, da luta coletiva. Aprendi muito no Grêmio.

Muitas vezes, ele foi minha escola dentro da escola. Os grêmios da atualidade nãodevem ser uma tentativa de imitar os grêmios do passado. Temos de encontrar um novo caminho e acredito que estejamos dando apenas o primeiro passo.


*****Artigo de Fabiano S. S. Lima, Vice Presidente da UMES - Itaquá, Tesoureiro Geral da UPES - SP e Militante do Movimento Mudança.

UBES Pressiona Senadores Em Defesa da Reserva de Vagas

UBES Pressiona Senadores Em Defesa da Reserva de Vagas

O Detalhe Mais Importante desta matéria é: Esse ato é o Primeiro que a Nova Direção da Mudança Nacional Participa com grande atuação e Protagonismo, e já fica sendo um Marco de Conquista de Todo o Movimento Estudantil Brasileiro e da Mudança Secunda!!! Estiveram Presentes os Companheiros Mudancistas, Camila Moreno, 2º Vice Presidente da UBES, Marcello Barbosa, Diretor de Políticas Públicas de Juventude da UBES e Wilson Souza, Vice Presidente da UGES - Guarulhos... MUDANÇA É MOVIMENTO!

A luta pela aprovação do projeto de lei da Câmara 180/08, que reserva 50% das vagas em universidades federais e estaduais para alunos egressos de escolas públicas ganhou novo gás nesta quarta-feira (11).

A juventude tomou conta do Senado Federal, em Brasília (DF). Com camisetas estilizadas, faixas e panfletos, centenas de estudantes de diversas regiões do País ocuparam o Senado em uma manifestação para pressionar os parlamentares a aprovarem imediatamente o projeto. O texto aguarda deliberação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), presidida pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

Durante a Blitz da Reserva de Vagas mobilização organizada pela UBES, o presidente da entidade Ismael Cardoso, ressaltou a importância da aprovação do projeto como instrumento de inclusão de milhares de brasileiros que não conseguem entrar numa universidade.
"Não aceitamos mais ficar de fora da universidade. Viemos conversar com cada senador e pedir o apoio pela aprovação do projeto. O Senado precisa atender a um anseio da população, que apóia amplamente o mecanismo", explicou.

O grupo de estudantes de diversos estados e entidades estudantis – circulou pelos corredores da Casa para argumentar com os senadores e reivindicar o apoio à reserva de vagas. Os jovens foram recebidos também pelo presidente do Senado, José Sarney.
"O que acontece hoje é que quem estuda no ensino médio privado entra para a universidade pública e quem estuda no ensino médio público entra para a universidade privada", protestou Ismael.

Os estudantes pediram o apoio de Sarney para a aprovação da reserva de vagas. Apesar de se dizer favorável à medida, o presidente da Casa afirmou que, para que o projeto seja colocado em pauta, será necessário primeiro aprová-lo na CCJ.

A passagem pela capital federal foi finalizada com um ato, em que palavras de ordem como "Filho de pedreiro vai poder virar doutor", "Sou estudante, quero estudar. Reserva de Vagas Já!", chamaram a atenção dos parlamentares, funcionários e demais pessoais que passavam pelo Congresso Nacional. Vale ressaltar que a realização do ato só foi possível do lado de fora do Senado, já que somente um grupo menor foi autorizado a entrar e falar com os senadores.

As cotas já vêm sendo adotadas no país, mas não existe uma lei aplicável a todas as universidades públicas. Nem todas as instituições aderiram à política, e as que adotam esse tipo de programa criam regras próprias para garantir a reserva de vagas para negros e pardos - e, eventualmente, também indígenas.

Acompanha a tramitação do projeto
O projeto foi apresentado na Câmara pela deputada Alice Lobão (DEM-MA). O texto prevê que as vagas para os segmentos étnicos - reservadas por curso e turno - sejam ocupadas por aqueles que se autodeclararem negros, pardos ou indígenas. A distribuição de vagas por cada um dos grupos será, no mínimo, igual à proporção dessas etnias na região onde estiver instalada a instituição de ensino, de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Demóstenes disse ainda que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) deverá apresentar na reunião da CCJ desta quarta-feira (11) proposta de audiência pública para debater o tema. Com isso, ele acredita que o projeto será reformulado, não ficando na forma como recomendado pela relatora, Serys Slhessarenko (PT-MT), que defende a instituição das cotas. Tasso deverá apresentar voto em separado na reunião seguinte, após pedido de vista da proposição.
Ouvida depois da visita dos estudantes ao presidente da CCJ, a senadora Serys Slhessarenko minimizou a polêmica em torno da matéria e disse que, provavelmente, fará algumas modificações em seu relatório, para tornar mais clara sua redação.

- O senador Demóstenes está contrário, assim como outros senadores, porque acha que é uma questão de renda, que tem de ficar mais explícita, o quanto está para a questão de renda e o quanto está para a questão de raça. Vamos explicitar a redação. É isso que nós vamos buscar e não será necessário o voto em separado - disse a senadora.

Serys elogiou a participação de integrantes da UBES, que vieram ao Senado para pressionar pela aprovação da proposta. Disse que há "uma parte interessada, que está mostrando sua opinião, sua busca, sua vontade".


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Manifestação Estudantil Em Jandira

Manifestação Estudantil em Jandira
Ontem dia 19 de fevereiro de 2009 houve uma manifestação estudantil na Cidade de Jandira - SP. O que motivou a Manifestação foi o sumiço da Matrícula de Vários Estudantes do Curso Popular de Jandira - CPJ, um Cursinho Pré Vestibular da Cidade. Segundo os estudantes o "Sumiço" das Matriculas foi por perseguição política pois a Maioria dos estudantes são militantes do Movimento Estudantil, um dos estudantes lesados foi Leonel de Oliveira, Secretário Geral da UPES (União Paulista dos Estudantes Secundaristas) .

Leonel de Oliveira fez sua matrícula no final de 2008, porém foi impedido de estudar sobre a alegação que não havia se matriculado, sendo que na última quinta feira (05/02) foi expulso do CPJ e no dia seguinte foi feita uma barreira de seguranças para ele não entrar no Estabelecimento.

Durante a manifestação que contou com a Presença de Membros da UEJ (União Estudantil de Jandira) com Carlos Alves, Coordenador Geral da UEO (União dos Estudantes de Osasco) e Marcello Barbosa, Diretor de PPJ da UBES, onde deixaram claro o posicionamento das Entidades Estudantis de defesa da Educação Pública de Qualidade, também foi debatido durante o ato, que a administração do CPJ chamou um estudante de fora de Jandira para falar em nome da UBES, sendo que o mesmo não pertencia a Entidade. Quando a Direção do CPJ percebeu que o ato estava dando certo, com bastante mobilização, chamou a Guarda Civil Municipal e a Policia Militar, porém os estudantes não se intimidaram, então a direção da Escola decidiu dialogar depois de dias sem ouvir os estudantes.

Houve quase duas horas de negociação até a Direção do Cursinho, recuar e definir que todos os estudantes que foram lesados voltarão a estudar.

" O Cursinho Popular de Jandira, que é exemplo de ensino nacional, deve ter sua autonomia respeitada, pois como o próprio nome diz, ele é popular ele pertence ao povo e aos estudantes", Disse Leonel de Oliveira, Secretário Geral da UPES.



*****Escrito Por Marcello Barbosa, Diretor de PPJ da UBES e Leonel Oliveira, Secretário Geral da UPES

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

"A Nossa Luta é Todo Dia, Somos Mulheres e Não Mercadoria!"

"A Nossa Luta é Todo Dia, Somos Mulheres e Não Mercadoria!"
O dia internacional da mulher relembra a morte de operárias de uma fábrica americana que morreram carbonizadas durante repressão a uma manifestação por melhores condições de trabalho. Depois das operárias americanas as mulheres continuaram reivindicando seus direitos, queimaram sutiãs em praças públicas em defesa da liberdade sexual, conquistaram o sufrágio universal, porém ainda há muito o que conquistar, porque a desigualdade entre homens e mulheres ainda é preponderante em nossa sociedade.

Depois de todas essas conquistas, um dos principais fatores a ser combatido hoje é a mercantilizaçã o do corpo feminino, em que a mulher aparece como objeto de consumo, seja a partir de propagandas e de músicas, entrando ainda na prostituição.

A escola, como um retrato da sociedade também é um ambiente opressor em que a educação recebida pelas mulheres é diferente, assim como o acesso, a manutenção e a perspectiva de futuro para elas. Desde a infância, é diferente daquela possibilitada aos homens. Para se ter idéia, das 130 milhões de crianças sem alfabetização no mundo, 70% são do sexo feminino e elas representam dois terços do analfabetismo entre adultos.

Meninas ainda são educadas para as atividades domésticas, para o casamento, para o servilismo e a submissão. Sem conhecer seu próprio corpo, sua sexualidade, seus desejos e suas possibilidades. E de "boa menina" na infância, as mulheres seguem como um setor inferiorizado na sociedade, com salários menores do que o dos homens, menos oportunidades de trabalho, expressão sem oportunidade a criatividade e liberdade. Esse pensamento promovido na família, nos meios de comunicação, nas escolas, serve para que desde pequenas as mulheres aprendam a ser submissas, passivas, obedientes, em nada contestadoras ou críticas.

Levar o debate de emancipação feminina para as escolas é de grande relevância para encararmos a educação como espaço transformador e emancipador, na busca pela mudança da lógica sexista e capitalista, já que as conseqüências da crise econômica torna as mulheres trabalhadoras vulneráveis, pois enquanto existir o machismo serão elas as principais vítimas de demissões..

A manutenção dessa situação só é possível porque persiste na sociedade a cultura de opressão das mulheres, que por detrás de conquistas, como a possibilidade do voto, do acesso à educação e funções tradicionalmente ocupadas por homens, esconde a manutenção de valores que sustentam essa opressão.

A UBES convida a todas e a todos para ocuparem as ruas no dia 8 de março, para que o dia da mulher seja repleto de manifestações contra o machismo e anti-capitalistas, lembrando que será apenas o inícios de grandes mobilizações no mundo e principalmente no Brasil!


*****Escrito Por Camila Moreno, Diretora da UBES, Militante do Movimento Mudança.

Os Reflexos da Crise Econômica na Juventude Brasileira

Os Reflexos da Crise Econômica na Juventude Brasileira

É tempo de crise. Em todo mundo os governos implementam políticas de contenção daquilo que se chama recessão na economia.

Originada pelo sistema de especulação financeira, a crise econômica começa a apresentar seus reflexos na economia real da população. Desemprego, alta dos alimentos e combustíveis, são algumas reações provocadas pela irresponsabilidade da auto regulação do mercado.. Dependente do humor financeiro dos especuladores, a economia mundial se vê hoje com a necessidade de rever sua própria dinâmica de funcionamento, já que forçados pelo atual conjuntura, até mesmo a elite, vem a defender a intervenção do Estado na economia.

A defesa desta intervenção sempre foi feita pelos movimentos sociais e partidos de esquerda, que propuseram ao longo da história a necessidade do Estado ser indutor das políticas sócio-econômicas. Esta proposição sempre visou que a economia fosse gerida a fim de atender as grandes demandas populares, na perspectiva da distribuição de renda para diminuição da pobreza e da desigualdade social. Com sua linguagem falseada e sustentada pelos grandes meios de comunicação, a elite brasileira está organizada para levar suas "propostas" de contenção da crise a cabo. Flexibilização e cortes de gastos, são algumas das nomenclaturas mais usadas neste momento. A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), por exemplo, alem de pedir ajuda financeira, entregou ao governo federal uma proposta de flexibilização das leis trabalhistas. Flexibilização que fundamentalmente se resume a redução dos salários dos trabalhadores. Ou seja, mais uma vez quem paga o pato são as classes de baixa renda, que em momento algum tiveram responsabilidade no surgimento desta crise. No mesmo sentido a juventude de nosso país é afetada. Segmento que representa cerca de 40% da mão de obra no Brasil, hoje se vê mais uma vez nas mãos do sistema financeiro como objeto de garantia da continuidade do sistema capitalista.

Alem disso, por conta da proliferação das universidades particulares realizada na década de 90, boa parte dos estudantes destas instituições corem grandes riscos de terem seus estudos parados, já que varias destas universidades, como a Unianhanguera, tem ações na bolsa de valores, que neste momento propõe corte de gastos em sua estrutura interna.

Jovens trabalhador@ s que lutam para concluir um curso superior, vêm suas vidas estudantis em risco por conta da gula financeira dos tubarões de ensino.

Neste sentido o movimento estudantil em conjunto com o movimento social, precisa organizar ações que embasadas numa proposta de contenção da crise, possa interferir diretamente pra que a juventude e o povo brasileiro não sejam obrigados a pagarem uma fatura que não são suas. Mobilizações em torno de bandeiras concretas são fundamentais para que a classe trabalhadora, através dos movimentos sociais, seja ouvida neste momento. Devemos ir para as ruas defender a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, para que haja geração de emprego em nosso país na contraposição aos cortes de gastos (lê-se cortes de verbas para educação e saúde) propostos pela elite. Devemos ir para as ruas defender 10% do PIB para educação, pois é através da expansão da educação publica, gratuita, emancipadora e cidadã que vamos garantir o desenvolvimento de nosso país produzindo pesquisa, ciência e tecnologia para atender as demandas populares. Acima de tudo devemos ir paras as ruas defender MAIS ESTADO, para frear as conseqüências danosas da auto regulação do mercado.

A juventude brasileira precisa estar atenta a esta nova conjuntura, pois o nosso protagonismo irá derrotar de vez o neoliberalismo no mundo, influenciando para a construção de um novo modelo de sociedade. A disputa de corações e mentes deve ser feita dia a dia, na busca da mudança de valores e da cultura, fazendo com que as pessoas cada vez mais defendam o meio ambiente e a vida em detrimento do capital.

Esta disputa é central para influenciarmos na construção de um país cada vez mais democrático e soberano, onde a juventude não seja refém daqueles que só pensam em seu próprio bem estar.


*****Escrito Por Tales de Castro Cassiano, Vice-Presidente da UNE, Militante do Movimento Mudança e do Movimento de Ação e Identidade Socialista - PT.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Convocação Ao I Seminário Nacional da Mudança Secunda!


Companheiros e Companheiras Mudancistas,

Nos dias 28 e 29 de Janeiro, na cidade de Belém, no estado do Pará, o Movimento Mudança Secundarista realiza seu I Seminário Nacional de Organização e convoca seu I Congresso Nacional, com suas etapas municipais e estaduais. O Seminário será durante o IX Fórum Social Mundial, justamente para facilitar o deslocamento de todos e todas, já que haverá ônibus saindo de todos os estados do país, e para que possamos afinar nossos diálogos com o Movimento Social, em especial o Movimento Secundarista Brasileiro.

O Seminário da Mudança tem como principal objetivo organizar a intervenção política de nosso Movimento, através de uma proposta de construção coletiva na luta por eleições diretas na UBES, para democratizar o movimento. Na luta do acesso ao ensino superior e pelo fim do vestibular, para poder radicalizar a democracia no Ensino Médio Brasileiro.

O Seminário da Mudança, tem ainda o objetivo convocar seu I Congresso Nacional que tem como data proposta, o mês de Dezembro deste ano, antes do 38º Congresso da UBES, para marcar definitivamente os rumos de nosso Movimento, discutindo com as variadas opiniões um movimento que construa coletivamente nossas pautas, prioridades e nossa organização.

Este Seminário é aberto a qualquer Estudante Secundarista, membros ou simpáticos ao Movimento Mudança e militantes independentes do Movimento Estudantil, que tenha como princípio o ideal do nosso movimento: a contrução coletiva, criativa e democrática para a luta Secundarista Brasileira. Para assim alcançarmos uma Educação Pública e de Qualidade.

Mas isso somente acontecerá se cada um e cada uma de nós, militantes aguerridos e aguerridas, nos engajarmos nesta caminhada. Para o Seminário dar certo num longo prazo, é muito importante que possamos, daqui até o dia do Seminário, fazer textos individuais ou coletivos, Reuniões, Encontros e, até mesmo, Seminários municipais e estaduais, para que possamos encaminhar nossa organização e nossa intervenção da forma mais democrática possível, e assim possamos envolver o maior número de pessoas nesta luta.

Queremos organizar o movimento da melhor forma possível, mas para que isso possa acontecer, temos que ter um engajamento coletivo, onde as pessoas possam se empressar, dizendo o que pensa sem ter medo de falar errado. E para que possamos sair vitoriosos nesta batalha e para poder ter uma proposta de reorganização do Movimento Estudantil Secundarista Brasileiro.

Até dia 09/01 mandaremos algumas linhas gerais de organização para que possamos preparar nosso Seminário. Isso não é tese viu!!!!! Até porque isso não é congresso ainda e mesmo que fosse, a formulação é feita durante e não antes. São tópicos para que possamos debater nos nossos encontros regionais. Isso será um "Roteiro para os Encontros Preparatórios ao Seminário de Organização".

Por fim, nunca podemos nos esquecer do que disse o Saudoso, Florestan Fernandes:

"Ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo,com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados dos que exploram seu povo".

Um processo aberto como o nosso, em que pretendemos caminhar pela orientação da base-militante, depende de nós, da participação de cada um de nós para o sucesso.

Sempre pensamos nisso, seja no movimento universitário ou aqui, e possamos ter certeza que temos vários companheiros e companheiras que constróem a MUDANÇA todos os dias nas lutas e que, concerteza, participarão desta construção.

Fica, então convocado o I Seminário Nacional de Organização do Movimento Mudança Secundarista! !!!!!!!!! !!
COMISSÃO PROVISÓRIA NACIONAL DO MOVIMENTO MUDANÇA

O Que é a Mudança Secunda Paulista???



O Que é A Mudança Secunda Paulista???



Mudança é um Grupo de estudantes que se organiza de forma ampla, sobretudo democrática discutindo com clareza os problemas dos estudantes brasileiros. Em cada Escola, em cada Grêmio, com cada Estudante nós da Mudança procuramos de forma extremamente democrática fazer discussões referentes à juventude, visando sempre construir melhorias na educação, na cultura, democratizando assim os espaços e abrindo as portas para uma perspectiva diferente e melhor para todos nós estudantes.

Em nenhum momento o Movimento Mudança esteve do lado de governos ou de pessoas com egos gigantes. Estamos do lado dos estudantes, da UBES, da UPES e de cada UMES em defesa constante da Democracia, do Povo e da Liberdade do Movimento Estudantil.

Esperamos contribuir com os avanços do Movimento Estudantil brasileiro e alcançar os anseios de todos os estudantes, para melhor construção de uma sociedade igualitária, justa e soberana.

A Gente Se Encontra Do Lado Da MUDANÇA.

Hoje nos organizamos por todo o País, aqui em São Paulo mais especificamente estamos presente em várias cidades sendo prioridade: Organizar em cada Cidade um Congresso da Mudança para culminar em novembro com o Congresso Estadual e Nacional do nosso Movimento, para enfim consolidar nossa Linha Politica e Nossa Atuação.

Nosso Eixo de Debate é:

1) Renovação em Todo o Movimento Estudantil e Movimentos de Juventude;
2) Incentivo a Participação Política do Jovem e do Estudante;
3) Defesa das Eleições Diretas para Diretor de Escola;
4) Eleições Diretas nas Entidades Estudantis (Gremios, UMES's, na UPES e na UBES);
5) Orçamento Participativo nas Entidades Estudantis;
6) Luta pela unidade e autonomia do Movimento Estudantil;
7) Luta em defesa do Passe – Livre Estudantil e Transporte Público de Qualidade;
8) Transporte Escolar Rural com qualidade e segurança;
9) Luta por mais professores na Rede Pública de Ensino;
10) Defesa e Fiscalização da Meia Entrada;
11) Construção dentro do Movimento Estudantil da Agenda 21 com os COMVIDAS e Grêmios Estudantis para fortalecer o debate ambiental, e Defesa da Nossa Amazônia;
12) Defesa das Diversidades, defesa das Mulheres, dos Negros, dos Índios, dos Homessexuais e de toda minoria que é afetada pelo preconceito;
13) Valorização da Cultura Popular e apoio ao estudante artista...


Somos a Mudança, Somo o Movimento, Somos a Diferença e com um Unico Objetivo:


Reencantar o Grande Movimento Secundarista!
Só a Luta Muda a Vida!

E a Vida é Feita de Luta!